Dieta saudável ajuda a melhorar a circulação sanguínea

Todo mundo sabe que alimentação é coisa séria. Afinal, tudo o que ingerimos afeta direta ou indiretamente várias partes de nosso organismo, podendo significar a diferença entre uma pessoa saudável ou não, e até mesmo entre a vida e a morte.

Principalmente quando o assunto é a circulação do sangue.
Para quem não sabe, o sistema circulatório funciona graças a impulsos do coração e a canais que conduzem o sangue por todo o corpo: as chamadas artérias e veias. Como no geral temos o costume de ingerir gorduras saturadas e trans, elas vão se depositando em forma de placa na parede desses canais. Assim, chega um ponto em que elas impedem que o sangue passe. O resultado disso é drástico: algumas partes do organismo podem ficar sem irrigação do sangue, e, por consequência, não recebem oxigênio, por exemplo.

Quando essa complicação acontece em uma artéria do coração, esse órgão para de funcionar – é o famoso infarto do miocárdio, que leva o indivíduo à morte em muitos casos. Agora, caso o sangue seja impedido de circular pelo cérebro, os nomes mais conhecidos são “derrame” ou a sigla AVC (Acidente Vascular Cerebral), outro mal grave.

Embora as obstruções nos vasos sanguíneos sejam mais comuns no coração e no cérebro, elas podem ocorrer em qualquer outra parte do corpo humano, como nas pernas. “Porém, como esses membros são irrigados por vários vasos, a pessoa normalmente tem apenas dores para caminhar”, afirma Silvio Reggi, cardiologista da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

Mas os problemas que a má alimentação pode causar ao sistema circulatório não param por aí. “Ela influencia no aumento da pressão arterial e dos níveis de colesterol e pode favorecer o aparecimento de diabetes”, aponta o médico. “A boa alimentação melhora a qualidade do sangue. Não só quantidade de gordura, mas também fatores como a viscosidade do sangue, agregação plaquetária e a taxa de coagulação”, diz Isabela Cardoso Pimentel, nutricionista do Hospital do Coração, em São Paulo.

Ela ensina que as pessoas deveriam ser mais conscientes sempre que se alimentarem, e não somente quando têm alguma doença e precisam restringir certos itens do cardápio. “Alimentação não é medicamento. O ideal seria que todos tivessem uma dieta balanceada para evitar problemas”.

E seguir essa orientação não é tão complicado quanto parece. A dieta precisa ter grãos, peixes de águas salgadas (fontes de Ômega 3), frutas, verduras e legumes – que além de terem antioxidantes (principalmente as frutas vermelhas, como o morango e a uva), são fonte de vitaminas e minerais.

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Por: Priscilla Nery (MBPress)
Fonte: VILA MULHER  – TERRA 

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